segunda-feira, 20 de outubro de 2014

MICHAEL JAMES SMITH

MICHAEL JAMES SMITH - Paisagem - Óleo sobre tela - 46 x 61

MICHAEL JAMES SMITH - Campo - Óleo sobre tela - 76,2 x 101,6

A paisagem já foi tema de muitas importantes obras da história da pintura e teve seu período de apogeu no Romantismo do século XVIII. O surgimento de diversos novos estilos que culminaram no final do século XIX trouxe para a temática da paisagem um novo frescor, sendo experimentada e reinventada através de diversas formas e técnicas, por muitos artistas. O século XX ainda traria experimentos mais audaciosos, possibilitando novas formas de visualização e expressão. Recentemente, a paisagem vem sendo revisitada por novos grupos de artistas, que a retratam sob diversos aspectos, técnicas e estilos. Alguns se inspiram no passado e revisitam o auge da paisagem romântica, outros a expressam da maneira mais realista possível, como se reproduzissem com fidelidade absoluta aquilo que tem diante de seus olhos. Cada um escolhe sua forma de expressão! Uma coisa é certa, a paisagem sempre será uma fonte inspiradora sem limites.

MICHAEL JAMES SMITH - Paisagem - Óleo sobre tela - 55,88 x 76,2

MICHAEL JAMES SMITH - Beira de rio - Óleo sobre tela - 50,8 x 35,56

Foi com o olhar extasiado de tanta beleza que via diante de si, quando saía para viagens de campo com o pai, David Smith, que o inglês Michael James Smith decidiu se dedicar a esse tema na carreira artística que desenvolveria desde cedo. Nascido em Southend-on-Sea, Essex, Inglaterra, no ano de 1976, teve motivos de sobra para fazer essa escolha. Mora em uma região com beleza natural ilimitada e que sempre inspirou muitos artistas de sua terra. Seu primeiro trabalho ele realizou aos dezenove anos, quando começou pintando no ateliê que dividia com o próprio pai.

MICHAEL JAMES SMITH - Margem do Tâmisa - Óleo sobre tela - 76,2 x 55,88

MICHAEL JAMES SMITH - Paisagem urbana - Óleo sobre tela - 76 x 101,5

Soma-se à qualidade técnica o bom gosto pela escolha dos motivos. Michael James Smith tem um grande domínio pelos detalhes. Muitos podem julgar os seus trabalhos excessivamente realistas na primeira olhada, mas é essa mesma a intenção do artista, captar com o máximo de veracidade cada cena que se propõe. O início da carreira foi caracterizado pela imensa produção de paisagens rurais, todas elas bem calmas e quase sempre sem a presença de figuras. Numa produção mais recente, o artista começou a explorar a paisagem urbana de uma forma hiper-realista. Vem consolidando, a cada ano, a reputação de um dos mais respeitados paisagistas ingleses da atualidade.


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